- Whtasapp na Educação
No dia 26 de setembro, os cerca de 200 alunos dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental II utilizaram somente o aplicativo nas aulas. “Será uma aula bem diferenciada”, acredita Nilson. Mas esta novidade não é um evento isolado nas aulas de Nilson. O professor já criou grupos no Whatsapp e, semanalmente, envia sugestões de temas para discussão. Os temas também são extremamente atuais. O caso de racismo envolvendo o goleiro Aranha, do Santos Futebol Clube, deu início às atividades. Com o calor da polêmica, não faltou entusiasmo aos alunos para emitirem seus pontos de vista.
Na semana passada, os debates giraram em torno do anúncio do aumento das desigualdades sociais, noticiada pela imprensa em âmbito nacional, a partir da divulgação da pesquisa realizada pelo IBGE. “Em uma semana tivemos 191 postagens dos alunos nos grupos de discussão. É uma excelente participação”, comemora o professor.
Ele justifica a escolha do aplicativo como ferramenta da aula a partir do próprio gosto dos alunos. “Eles mesmos dizem que o Whatsapp é o aplicativo do momento. Então, decidi aliar o gosto dos alunos à prática do ensino. Nós, professores, não temos mais como ministrar somente aulas tradicionais. Temos que inovar e permitir que os próprios alunos sejam, cada vez mais, produtores do seu próprio conhecimento”, defende.
O incentivo à tecnologia não é uma novidade nas salas do Colégio Marista de Londrina. Além do whatsapp, como conclusão do projeto, os alunos escreverão redações sobre os temas debatidos através do aplicativo Blackboard. “Essa plataforma é um ambiente virtual de aprendizagem composta por diversas ferramentas e que permite o contato online do professor e seus alunos, por meio do envio de atividades, correções, conversas, enfim, uma infinidade de possibilidades”, explica a analista de tecnologia educacional do Colégio Marista de Londrina, Alessandra Simone Martins Munhoz Garcia.
Uma das possibilidades dessa ferramenta é comparar os textos enviados pelos alunos a tudo que existe hoje na internet, buscando textos similares e, garantindo assim, que os conteúdos enviados pelos alunos sejam realmente de autoria deles.
As redes sociais estão crescendo de maneira vertiginosa no Brasil. Entre blogs, microblogs, redes de compartilhamento de fotos, imagens e vídeos, o Facebook é uma plataforma que mistura todos esses elementos e virou unanimidade entre os jovens.
Observando essas tendências e o comportamento de seus alunos, o professor de geografia Eduardo Castro, do Colégio Sidarta, em Cotia, resolveu apostar no Facebook como ferramenta de ensino à distância. “Pensava em criar um espaço fora de sala de aula para ampliar os estudos, e que viabilizasse uma interação com os alunos. Inicialmente pensei em um blog, mas, analisando o Facebook, vi que ali estava um meio com todos os elementos necessários para meu projeto de EAD”, conta Eduardo.
Em entrevista ao GUIA DO ESTUDANTE, o professor explicou que o conteúdo do ensino médio é extenso e nem sempre era possível contemplar assuntos da atualidade com a profundidade que mereciam. Dessa forma, o Facebook surgiu como um meio para a postagem de notícias, vídeos, links e arquivos que poderiam interessar aos estudantes.
O sucesso da iniciativa entre os alunos do 3º ano foi tanto que os alunos do 2º ano também pediram um grupo de Facebook para o professor. Hoje, o volume de interações da turma do 2º ano já superou a quantidade de postagens da turma de 3º ano.
Outra vantagem do Facebook, segundo o professor, está no uso do chat. “Essa ferramenta é muito simples e possibilita plena interação entre todos nós, tanto eu com eles, como entre eles próprios. Já percebi, na prática, como funciona bem”, conta Eduardo, que vem tirando muita dúvida de aluno na véspera da prova via FB. “Eles estão sempre conectados e a receptividade é muito boa”.
Embora a turma do 2º ano tenha recebido a novidade com entusiasmo, Eduardo Castro ainda não aplicou avaliações através do Facebook para esses alunos. A turma de 3º ano já foi convidada a postar comentários sobre materiais publicados na rede social valendo nota. De acordo com o professor, a escola respaldou a iniciativa desde o começo. “Esse tipo de interação [em redes sociais] já virou um hábito irreversível dessa geração. A escola não pode ficar fechada dentro dos próprios muros. Nós, educadores, só vamos conseguir interferir efetivamente na vida e nos interesses dos alunos quando alcançarmos a linguagem deles”.
- Os desafios do uso de vídeos em sala de aula: Uso do Youtube

Em tempos de YouTube, o uso de vídeos em sala de aula não chega a ser recebido pelos alunos com a mesma expectativa que provocava em turmas das décadas passadas. A abundância de opções à disposição dos estudantes, pelo contrário, exige um apurado senso crítico do professor, que deve pensar não só na qualidade das imagens, mas se o vídeo escolhido é mesmo relevante para a aprendizagem ou se oferece mero entretenimento.
Situação comum na rede pública de ensino, quando um professor falta, a opção de levar os estudantes para a sala de vídeo é com frequência uma das primeiras a ser levantada. Em parte isso se explica pela disposição dos alunos que, mesmo acostumados com os vídeos, veem o momento do filme como algo diferente na rotina escolar, e com frequência dedicam até mais atenção ao que se passa na tela do que às aulas comuns.
No entanto, uma atividade que podia ser aproveitada para trabalhar habilidades importantes, acaba sendo desperdiçada quando a prioridade torna-se apenas manter a turma sob controle. É o que diz o professor José Manuel Moran, doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e diretor de Educação a Distância na Universidade Anhanguera.
Moran é autor de um estudo intitulado O Vídeo na Sala de Aula, no qual elenca uma série de práticas positivas e negativas de professores que usam filmes no processo de aprendizagem. “O aluno não é bobo. Ele percebe quando você passa um filme só para ocupar o tempo ocioso, e acaba associando o vídeo a não ter aula”, diz.
Para Moran, vídeos são poderosos apoios de aprendizagem, mesmo que os alunos já tenham assistido ao conteúdo em suas casas ou na internet, porque o contexto escolar favorece a expectativa de um debate ou a tarefa de produzir uma resenha. Além disso, há temas em que recursos audiovisuais permitem a ativação de sentidos que as explicações orais tradicionais não fornecem. “Para mostrar o impacto de um tsunami ou de um terremoto, por mais que você descreva, a explicação não é tão eficaz quanto uma filmagem”, exemplifica o professor.
Tempo
A questão do tempo gasto na exibição de filmes é outro fator que preocupa na hora de optar pelo recurso. Como a maior parte das produções cinematográficas duram de 90 a 120 minutos, passar um filme na íntegra significa ocupar duas aulas ou mais. Para solucionar o problema sem abrir mão dos vídeos, o Colégio Expoente, de Curitiba, desenvolveu um sistema no qual estão armazenadas dezenas de trechos de filmes, que duram entre 10 e 20 minutos.
Cada vídeo é editado por uma equipe técnica, a partir de orientações pedagógicas que definem quais trechos do filme serão usados para trabalhar determinados assuntos. O sistema ainda inclui sugestões de atividades a serem realizadas logo após a exibição. “Não dá pra colocar o filme inteiro, então nós o usamos como estímulo e em seguida aplicamos as atividades”, explica o gerente de sistemas pedagógicos, Renaldo Franque. “O sistema custou caro, mas é mais útil do que se imagina”, avalia.
Respeito à liberdade de pensamento
Outro uso comum de filmes em sala de aula que não contribui para a aprendizagem é a exposição de vídeos com o objetivo de enfatizar e expor opiniões pessoais do professor. Segundo a psicóloga e professora da pós-graduação do Centro Universitário FAE Nelcy Finck, quando um filme não taz conteúdos muito relevantes para a disciplina e apoia explicitamente uma posição política, religiosa ou de comportamento, a prática pode desrespeitar a liberdade de pensamento dos alunos.
“O professor pode até apresentar suas ideias, desde que promova um debate equilibrado em seguida”, diz. Para Nelcy, a tentativa de impor ideias por meio de conteúdos audiovisuais não é apenas desrespeitosa como ineficaz. “Raramente isso tem algum efeito sobre os alunos. Para mudar a forma de alguém pensar, a credibilidade pessoal de quem fala conta muito mais”, explica. A psicóloga explica que crianças nos primeiros anos do ensino fundamental são mais suscetíveis a esse tipo de influência, mas em adolescentes e jovens, quando não há abertura para o debate após o filme ou este é conduzido de forma parcial, o resultado costuma ser o oposto do esperado. “Quando você não respeita a liberdade dos jovens, o desconforto com o tema o fará sair de sala pior do que entrou”, conclui.
O Linkedin é uma das ferramentas essenciais que todo profissional que deseja alcançar o sucesso deve conhecer, o objetivo do Linkedin está ligado em cuidar de um item extremamente precioso: a nossa carreira e promover contatos profissionais, é uma rede de networking, que visa fortalecer parcerias entre clientes / empresas, além de poder expor potencialidades, como seus melhores Jobs, certificados e premiações, é uma ótima maneira também de “dar a cara pra bater na rede”, de um jeito profissional é claro, um item de grande peso na ferramenta é a opção de “Recomendação” onde pode-se Recomendar ou ser Recomendado por alguém em méritos profissionais ou acadêmicos e poder mostrar assim uma certa “qualificação" e “competência”.
É um planejamento a curto e longo prazo, pois no presente momento você consegue gerar negócios e futuramente ter um perfil cobiçado, se o mesmo for bem feito, pois as contratações em tempos de geração z estão sendo feitas por intermédio das mídias sociais. Isso mesmo! portanto tenha um comportamento corporativo, dentro da plataforma do Linkedin, ao contrário das outras redes como Orkut e facebook que você pode fazer o que vier na telha.
Através do Linkedin, é possível criar um tipo de currículo interativo, onde você pode incluir as empresas que já trabalhou, onde estudou e diversas outras informações, além de poder se manter conectado a outros profissionais da sua área.
- Twitter a favor da educação
Descobrir qual a melhor maneira de explorar o Twitter, utilizando todos os benefícios que ele tem a oferecer, parece mais complicado ainda. A boa notícia é que, se você se sente perdido frente às novas redes sociais, atenção: você não está sozinho! Por isso é que já surgiram diversos sites que tentam instruir como fazer uso do Twitter de maneira inteligente e eficaz.
Nosso objetivo neste post é falar do uso do Twitter na educação. Como esse link pode acontecer? Como os professores podem utilizar essa ferramenta em sala de aula?
Abaixo veremos algumas utilidades dessa ferramenta dentro da sala de aula:
1. Pesquisas online
2. Discussões/Debates online
3. Acontecimentos atuais
4.Estabelecer Ligações entre Aprendizagem e Conceitos


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